terça-feira, 28 de julho de 2009

maneira como ela termina

Eu não gosto!
Ao menos que, me diz a verdade vai, a respeito daquilo que se torna ignôrancia em minhas palavras.
Sutilmente a frieza e o silêncio transbordou naquele lugar, simples, humilde e pequeno o espaço entre duas velhas cadeiras , um fio de luz o qual iluminava apenas o olhar e alimentava o monologo.
Deste triste sentimento ,eu ainda acredito na verdade e na resposta sincera de quem ainda esta por abrir aquela porta e me chamar, são veredictos os quais não sei se sorrir é vantajoso ou se lágrimas calam probelmas, não quero dizer em versos simples que a esperança aflora em cada céu azul.
E vou contar aqui a história de uma vida, onde o tal homem nasceu aos 85 anos ,em sua velha cadeira de balanço onde escutava-se os gemidos que a idade trazia ....

(... preferi deixar por conta da imaginação de vocês)


A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?
(Chaplin)